- ASMA
Estima-se que em torno de 4% dos adultos e 20% das crianças brasileiras tenham a doença. E as principais consequências da asma mal tratada, além de crise grave com risco de vida, são o maior risco de complicações em infecções respiratórias e a perda irreversível de função pulmonar a longo prazo. Os profissionais das Unidades de Atenção Primária devem estar preparados para o manejo de condições agudas realizando o resgate, assim como na manutenção do tratamento reduzindo a morbimortalidade por esta condição. O monitoramento das pessoas que tem ASMA deve ser periódico com participação do Agente Comunitário de Saúde na realização de visitas domiciliares, ministrando orientações sobre o uso adeaquado da medicação e perguntando acerca das exacerbações (crises de asma) desenvolvidas ao longo do ano.
- Condutas elaboradas pelo Ministério da Saúde e o TelessaudeRS-UFRGS, Aqui
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